segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Enquanto o almoço não sai...

Na tarde vaga de uma desocupada segunda-feira, abandono a cozinha, meu arroz e venho no recanto do canto do meu quarto, na tentativa de escrever qualquer coisa que desabafe, desocupe minha cabeça e ocupe um pouco do meu tempo.

O barulho da obra logo ali em cima não me permite durmir. Mas tanto faz, acordei a pouco, estou sem o mínimo sono. O mesmo barulho impede que eu me distraia com o violão. Na verdade a falta de uma corda atrapalha muito mais, e faz com que eu não consiga escrever qualquer esboço de canção.

O estomago embrulha implorando por comida. O arroz está no fogo e enquanto não fica pronto, me distraio vendo as cores na TV, as letras que não dizem nada na frente do PC, ouvindo os carros de som implorando por nossos votos e o lindo som que os pedreiros fazem ao emboçar as paredes do quarto do segundo andar.
(realmente precisa de tanto barulho pra emboçar uma parede?)

Pensar na vida não adianta muito. O tempo passa mais devagar e nunca chego a nenhuma conclusão sobre o que eu vivo.

Após sentar, levantar, beber água, desligar a TV, fechar a cortina e sentar novamente, já se passaram alguns minutos.
Bem mais eficiente do que pensar na vida.

E sem nenhuma grandiosidade ou algo que prenda a atenção dos leitores dessa bagaça, apresento a nova postagem em meio a esse fortíssimo cheiro de..

Merda, esqueci do arroz...

2 comentários:

  1. Cara, eu juro que escrevi um comentário ótimo !!!
    Mas daí deu erro e eu não consegui voltar com ele...

    =P
    FIca pra próxima, curte cachoeira, mato ou coisa do tipo? Eu acredito que esteja pedalando pelas suas áreas...

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  2. Muito bom, rs.
    Tem coisas que vale a pena parar pra ler, ao contrário do meu lindo e novo livrinho.
    No sentido literal da frase: Não julgue o livro pela capa.

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