domingo, 7 de março de 2010

Fim das férias eternas se aproximando, o terror de ter que madrugar pra me deslocar diariamente pra longe martelando na cabeça ( só pra lembrar que não é qualquer longe, é Duque de Caxias, filhão... DUQUE DE CAXIAS ), então vamos aproveitar os dias que nos restam, afinal, não sou só eu que estou dando adeus à vida de desocupado.

Após a informação do tal local onde rolava algo diferente para aproveitar-mos, descem as 20 cabeças, Parque Leopoldina abaixo, rumo à tal festa ou à qualquer outro lugar que não confundisse a nossa chegada com um arrastão.

Chegando lá, soma-se os já presentes com os nossos 20 e resulta nuns 30.
Mas tá bom né, afinal, 30 é um número bem considerável.
10 minutos após, o ambiente começa a ficar mais cheio, e sobe uma fumaceira, uns 3 cheiros estranhos, ruidos começam a sair do banheiro, pessoas pulando na piscina, seres mordendo a própria orelha, entre outras coisas...

Eis que então os seres cansam de morder a orelha, os olhos avermelhados quase se fecham, uns desistem de ficar em pé, outros desistem de permanecer no ambiente, todos param de dançar e a calmaria toma conta do ambiente, fora o tuntz tuntz no ultimo volume que ainda atordoavam os ouvidos dos sóbrios.
Não que o Tuntz Tuntz seja muito ruim.
Mas sinceramente, como gosto da tranquilidade da minha praça e do blem blem blem do meu violão.

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